A vida pela Copa

A intenção aqui não é fazer um post mórbido, amigos.

Mas os casos recentes do paraguaio Cabañas (alvejado em uma boate no México e, muito provavelmente, fora da Copa 2010) e do goleiro alemão Robert Enke (titular da Alemanha até se suicidar recentemente) me fizeram lembrar de um dos casos mais marcantes da história das Copas: a morte do zagueiro Andres Escobar.

O dia era 22 de junho de 1994 e os colombianos, tidos como uma das possíveis surpresas do Mundial – principalmente após golearem implacavelmente a Argentina pelas Eliminatórias do ano interior -, foram eliminados ao perder por 2 a 1 para os Estados Unidos. Mas o detalhe importante da história é que o segundo tento norte americano fora marcado pelo número 2 da Colômbia, o zagueiro Andres Escobar, ao tentar cortar um lançamento.

Dias depois, em um bar de Medellín, Escobar foi esfaqueado por um torcedor bêbado. O caso causou burburinho no mundo todo e eu, então com meus 9 anos, me lembro bem do quanto isso foi marcante. Afinal, pensava eu, como culpar um reles zagueiro numa equipe que contava com Higuita, Freddy Rincón, Valderrama, Valencia e Asprilla?

Aliás, eu ainda penso isso.

Postado por: Henrique Rojas.

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