O auge

Ronaldo tem uma carreira com tantas conquistas e voltas por cima que fica difícil saber qual foi o seu ponto mais alto.

Mas, com oito gols em sete jogos, dois deles na final, depois de duas contusões horrendas e de dois anos de quase total inatividade, não é absurdo dizer que o Fenômeno chegou ao seu ápice na Copa de 2002.

Denílson também. Na semi-final contra a Turquia. No segundo tempo. Para ser mais exato, nesse momento aqui de baixo.

O auge. Pronto, passou.

 

Por um breve instante (mas bota breve nisso), Denílson conseguiu chegar perto das cutículas dos pés de Maradona:

Mais um dia normal de trabalho de Don Diego.

 

Infelizmente, nem nos 25 anos que viveu antes disso nem nos 8 seguintes, Denílson conseguiu repetir isso (ok, uma vez só).

Aos 33 anos, ele continua recebendo propostas para mostrar seu talento por aí — as mais recentes, do Orlando Orfei e do Cirque du Soleil.

Postado por: Marcos Abrucio

Anúncios

2 Respostas para “O auge

  1. Colocar o Maradona no mesmo post do Denílson é uma heresia.

  2. Pingback: Copawriter de Fora II: A Copa e Eu, por Rico Lins « Copawriters

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s